{"id":26640,"date":"2026-08-06T19:10:18","date_gmt":"2026-08-06T19:10:18","guid":{"rendered":"https:\/\/codesria.org\/?p=26640"},"modified":"2026-08-30T16:08:17","modified_gmt":"2026-08-30T16:08:17","slug":"17-a-assembleia-geral-do-codesria-chamada-de-comunicacoes-e-propostas-de-paineis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/codesria.org\/fr\/17-a-assembleia-geral-do-codesria-chamada-de-comunicacoes-e-propostas-de-paineis\/","title":{"rendered":"17.\u00aa Assembleia Geral do CODESRIA: CHAMADA DE COMUNICA\u00c7\u00d5ES E PROPOSTAS DE PAIN\u00c9IS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00c1frica em Tempos de R\u00e1pida Transforma\u00e7\u00e3o Global: <\/strong><strong>Reivindicar a Ag\u00eancia, Repensar a Lideran\u00e7a, Promover a Justi\u00e7a.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>6 de setembro de 2026 (prazo prorrogado)<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong><em>Local: Dakar, Senegal<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Data: 7 a 11 de dezembro de 2026<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ci\u00eancias Sociais em \u00c1frica (CODESRIA) tem o prazer de anunciar a sua 17.\u00aa Assembleia Geral (AG) Trienal, a realizar-se em Dakar, Senegal, de 7 a 11 de dezembro de 2026, subordinada ao tema \u00ab<strong><em>\u00c1frica em Tempos de R\u00e1pida Transforma\u00e7\u00e3o Global: Reivindicar a Ag\u00eancia, Repensar a Lideran\u00e7a, Promover a Justi\u00e7a<\/em><\/strong>.\u00bb A AG do CODESRIA \u00e9 uma confer\u00eancia trienal de estudiosos e acad\u00e9micos provenientes, sobretudo, das humanidades e das ci\u00eancias sociais em \u00c1frica e da di\u00e1spora africana. Para al\u00e9m das sess\u00f5es cient\u00edficas da AG, ser\u00e1 convocada uma reuni\u00e3o dos membros \u00abem situa\u00e7\u00e3o regular\u00bb<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> para avaliar o trabalho e o funcionamento do Conselho no per\u00edodo decorrido desde a 16.\u00aa Assembleia Geral e discutir a agenda global para os tr\u00eas pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As reuni\u00f5es da AG do CODESRIA t\u00eam, ao longo da sua hist\u00f3ria, constitu\u00eddo, espa\u00e7os privilegiados de reflex\u00e3o inteletual e de debate cr\u00edtico sobre a evolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e socioecon\u00f3mica em curso, cujas traject\u00f3rias t\u00eam grandes implica\u00e7\u00f5es para \u00c1frica, os seus povos, o Estado e a sociedade. Do mesmo modo, a 17.\u00aa AG foi concebida para proporcionar aos participantes um espa\u00e7o para explorar e questionar as r\u00e1pidas transforma\u00e7\u00f5es em curso no sistema global. A ideia \u00e9 destacar de que forma o continente se deve posicionar face a estas transforma\u00e7\u00f5es, a fim de moldar positivamente o seu pr\u00f3prio futuro e, ao faz\u00ea-lo, contribuir para a reconfigura\u00e7\u00e3o das quest\u00f5es globais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os temas centrais da ag\u00eancia, da lideran\u00e7a, do conhecimento e da justi\u00e7a manifestam-se de forma marcante nas actuais transforma\u00e7\u00f5es geopol\u00edticas. Os perigos decorrentes do restabelecimento de rela\u00e7\u00f5es neocoloniais destacam-se como uma das maiores amea\u00e7as para \u00c1frica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O desejo, nos Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUA) e na Europa, de revigorar a alian\u00e7a transatl\u00e2ntica \u2014 ainda que aceite a contragosto em certos meios nos EUA \u2014 remete para uma ordem mundial que imaginava \u00c1frica como um actor inferior nessa ordem. Do lado africano, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 agravada pela postura persistente da maioria das lideran\u00e7as africanas, que se posicionam como suplicantes perante os ditames emanados do Norte global. Os participantes na AG ser\u00e3o incentivados a analisar as actuais transforma\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, socioecon\u00f3micas, tecnol\u00f3gicas, clim\u00e1ticas e geoestrat\u00e9gicas do sistema global, identificando as oportunidades e os desafios que estas colocam a \u00c1frica, bem como formular respostas pol\u00edticas e posicionamentos africanos adequados, orientados para a promo\u00e7\u00e3o e defesa dos interesses do continente e da sua di\u00e1spora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A AG de 2026 realiza-se num momento de r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o global. Uma das transforma\u00e7\u00f5es mais marcantes \u00e9 a transi\u00e7\u00e3o para uma ordem mundial \u00a0multipolar emergente, na qual a hegemonia unipolar dos EUA tem vindo a ser progressivamente desafiada e revela sinais de decl\u00ednio, enquanto o da China consolida a \u00a0sua ascens\u00e3o. Os dois pa\u00edses competem n\u00e3o s\u00f3 pela hegemonia geopol\u00edtica e econ\u00f3mica global, mas tamb\u00e9m pela supremacia tecnol\u00f3gica. Esta evolu\u00e7\u00e3o tem s\u00e9rias implica\u00e7\u00f5es para \u00c1frica, sobretudo dado o papel central do continente como fonte de recursos \u00a0prim\u00e1rios essenciais ao desenvolvimento e \u00e0 inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gicos. A multipolaridade emergente tem, igualmente, assistido \u00e0 crescente \u00abreafirma\u00e7\u00e3o\u00bb da Uni\u00e3o Europeia no quadro da NATO, em grande medida como resposta a uma pol\u00edtica externa norte-americana cada vez mais isolacionista, especialmente sob a administra\u00e7\u00e3o de Donald J. Trump. Os governos europeus responderam aumentando os or\u00e7amentos de defesa e cortando, simultaneamente, os fundos anteriormente destinados ao apoio ao desenvolvimento no exterior. Esta reorienta\u00e7\u00e3o, conjugada com a crescente afirma\u00e7\u00e3o das forma\u00e7\u00f5es do Sul global \u2014 evidenciada pela expans\u00e3o do bloco BRICS (Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia, China e \u00c1frica do Sul) para os BRICS+ (que passaram a incluir o Egipto, a Eti\u00f3pia, a Indon\u00e9sia, o Ir\u00e3o, a Ar\u00e1bia Saudita e os Emirados \u00c1rabes Unidos) \u2014, bem comocom os desafios do petrod\u00f3lar face \u00e0 guerra dos EUA\/Israel contra o Ir\u00e3o, configura um cen\u00e1rio internacional que oferece oportunidades e desafios singulares \u00e0 ag\u00eancia dos Estados africanos no sistema global.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No plano econ\u00f3mico, persiste a luta pela reconfigura\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es econ\u00f3micas globais, com \u00c1frica a procurar ampliar o seu direito de proteger e assegurar a pr\u00f3pria soberania. Esta luta exige novas formas de lideran\u00e7a pol\u00edtica e de estruturas de governa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica capazes de mobilizar os recursos de \u00c1frica para o desenvolvimento do continente e de garantir que a justi\u00e7a social continue a constituir parte integrante do processo de desenvolvimento. Os recursos necess\u00e1rios para assegurar o desenvolvimento de \u00c1frica n\u00e3o devem ser entendidos apenas em termos econ\u00f3micos; a defini\u00e7\u00e3o deve ser alargada de modo a incluir os recursos demogr\u00e1ficos, culturais e cient\u00edficos. Paralelamente, \u00e9 imperativo repensar a rela\u00e7\u00e3o de \u00c1frica com o Norte global em mat\u00e9ria econ\u00f3mica, colocando em primeiro plano os interesses e as prioridades econ\u00f3micas do continente, sobretudo no que respeita \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de recursos naturais e \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o de iniciativas econ\u00f3micas, comerciais e de investimento com alcancetranscontinental.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A AG de 2026 realiza-se num contexto global marcado pelo recrudescimento e pela intensifica\u00e7\u00e3o de conflitos e guerras internacionais, bem como pela persist\u00eancia de conflitos regionais e guerras civis duradouros, alguns dos quais se tornaram terreno f\u00e9rtil para manipula\u00e7\u00f5es neocoloniais. Isto manifesta-se nos conflitos e guerras entre a R\u00fassia e a Ucr\u00e2nia; entre os EUA e Israel, por um lado, e o Ir\u00e3o, por outro; e na guerra de Israel em Gaza e contra o L\u00edbano \u2014 uma guerra que chegou ao ponto de ser descrita como um crime contra a humanidade. O facto de esta guerra ter visado tamb\u00e9m a destrui\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es como museus, hospitais e universidades, para citar apenas algumas, aponta para afastamentos crescentes e intencionais das regras de guerra vigentes. Tudo isto tem implica\u00e7\u00f5es profundas para o sistema global em geral, e para \u00c1frica e os interesses africanos, em particular. Al\u00e9m disso, os conflitos regionais africanos na Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, no Sud\u00e3o do Sul e no Sud\u00e3o, entre outras regi\u00f5es, a par do aumento da viol\u00eancia xen\u00f3foba em v\u00e1rias partes do mundo, incluindo, de forma mais marcante, na \u00c1frica do Sul, levantam quest\u00f5es cruciais sobre a efic\u00e1cia da governa\u00e7\u00e3o africana e sobre o empenho dos governos na resolu\u00e7\u00e3o de conflitos e na facilita\u00e7\u00e3o do acesso dos cidad\u00e3os a condi\u00e7\u00f5es de vida b\u00e1sicas e dignas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em simult\u00e2neo, o sistema global atravessa uma fase de in\u00fameras inova\u00e7\u00f5es e outros desafios sobre os quais a AG \u00e9 convidada a reflectir. Por um lado, a escalada catastr\u00f3fica das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas que vem se impondo, e, por outro, a inova\u00e7\u00e3o em torno da intelig\u00eancia artificial (IA). Ambas constituem eixos fundamentais das transforma\u00e7\u00f5es globais. Embora as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas se caracterizem por padr\u00f5es meteorol\u00f3gicos cada vez mais err\u00e1ticos, a IA tem reconfigurado a governa\u00e7\u00e3o, a participa\u00e7\u00e3o c\u00edvica e os processos de desenvolvimento. Ainda que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas nas sociedades africanas sejam particularmente significativas, sobretudo no contexto da depend\u00eancia do continente da agricultura de sequeiro como principal fonte de subsist\u00eancia, o potencial transformador da IA tem implica\u00e7\u00f5es de longo alcance na educa\u00e7\u00e3o, na pol\u00edtica, na sa\u00fade e na provis\u00e3o social. A AG dever\u00e1 reflectir sobre o impacto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas na seguran\u00e7a alimentar em \u00c1frica, ou sobre o alcance e limites \u00e9tico-morais do uso da IA na pesquisa, no ensino e na aprendizagem, bem como na representa\u00e7\u00e3o social, incluindo uma reflex\u00e3o sobre os benef\u00edcios e os riscos do uso da IA por estudiosos e acad\u00e9micos das humanidades e das ci\u00eancias sociais nos seus v\u00e1rios dom\u00ednios de estudo e pr\u00e1tica. Dever\u00e1, igualmente, reflectir sobre as formas como os sistemas de IA podem construir e privilegiar determinadas concep\u00e7\u00f5es da realidade, moldando assim a forma como a exist\u00eancia social e cultural \u00e9 representada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem outros eixos de transforma\u00e7\u00e3o no contexto global contempor\u00e2neo que n\u00e3o podem ser plenamente desenvolvidos nesta chamada. Estes incluem as quest\u00f5es da ecologia e da sustentabilidade ambiental, a quest\u00e3o da mobilidade e da migra\u00e7\u00e3o, as lutas crescentes das comunidades marginais e marginalizadas, o lugar dos dados, do conhecimento e dos m\u00e9dia, e a forma distinta como se manifestam em torno das quest\u00f5es da representa\u00e7\u00e3o. H\u00e1 a quest\u00e3o evidente da identidade e em que medida as identidades e a pol\u00edtica identit\u00e1ria s\u00e3o cruciais para as transforma\u00e7\u00f5es globais, incluindo, sobretudo, as identidades estruturadas em torno do g\u00e9nero, da ra\u00e7a e da classe. <strong>A quest\u00e3o passa ent\u00e3o a ser como encontrar o justo equil\u00edbrio entre adoptar tecnologias inovadoras e transformadoras e mitigar as suas consequ\u00eancias ecol\u00f3gicas nefastas<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o escapa ao Conselho de que as m\u00faltiplas, interligadas e r\u00e1pidas transforma\u00e7\u00f5es acima destacadas s\u00e3o frequentemente enquadradas de formas que posicionam a \u00c1frica como um objecto passivo, e n\u00e3o como um sujeito activo desta transforma\u00e7\u00e3o. No cerne destas delibera\u00e7\u00f5es est\u00e1, portanto, a quest\u00e3o da ag\u00eancia africana \u2014 n\u00e3o por ser \u00fanica ou nova no continente, mas porque, quando a ag\u00eancia africana permanece n\u00e3o articulada, abre-se espa\u00e7o para que actores externos falem em nome de \u00c1frica, muitas vezes em tons profundamente paternalistas. O continente n\u00e3o s\u00f3 for\u00e7ou um repensar de grandes quest\u00f5es econ\u00f3micas que afectam tanto \u00c1frica como o mundo \u2014 como se reflecte na agenda adoptada na recente cimeira do G20 em Joanesburgo, \u00c1frica do Sul \u2014 como assumiu tamb\u00e9m um papel de lideran\u00e7a na promo\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a social. Isto \u00e9 particularmente evidente na sua resposta ao genoc\u00eddio em Gaza, tendo a \u00c1frica do Sul desempenhado um papel importante na coloca\u00e7\u00e3o da responsabiliza\u00e7\u00e3o em primeiro plano e na mobiliza\u00e7\u00e3o de ac\u00e7\u00e3o jur\u00eddica internacional. Nas Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), \u00c1frica, em articula\u00e7\u00e3o com muitos pa\u00edses do Sul global, tem defendido persistentemente a reforma da ONU, embora esse gesto tenha sido acolhido com relut\u00e2ncia no Norte global. A luta persistente por uma arquitectura financeira global mais justa levou \u00c1frica, atrav\u00e9s da Uni\u00e3o Africana, a adoptar uma posi\u00e7\u00e3o firme sobre a d\u00edvida e a mobilizar amplas bases n\u00e3o s\u00f3 em torno da reestrutura\u00e7\u00e3o da d\u00edvida, mas tamb\u00e9m de condi\u00e7\u00f5es justas de financiamento. Na \u00c1frica Ocidental, a luta para libertar algumas economias da regi\u00e3o das amarras coloniais do franco CFA constitui um exemplo vibrante da longa marcha rumo \u00e0 soberania econ\u00f3mica e monet\u00e1ria. A iniciativa liderada pelo Gana nas Na\u00e7\u00f5es Unidas para reconhecer a escravatura como o mais grave crime contra a humanidade representa tamb\u00e9m um caso em que o continente ajudou a reconfigurar a mem\u00f3ria hist\u00f3rica e a alargar a compreens\u00e3o global da justi\u00e7a. Aqui, \u00c1frica continua a ser a consci\u00eancia do mundo, sendo as suas iniciativas cada vez mais acolhidas por vastos sectores, incluindo o Papado, que instituiu a Comiss\u00e3o do Jubileu, centrada na desigualdade, e lan\u00e7ou um apelo urgente \u00e0 ac\u00e7\u00e3o sobre a crise da d\u00edvida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Subtemas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 neste contexto que a 17.\u00aa AG do Conselho convida estudiosos, pesquisadores e acad\u00e9micos a submeterem comunica\u00e7\u00f5es alinhadas com qualquer um dos seguintes subtemas, que servem de pontos de entrada para interrogar as transforma\u00e7\u00f5es multifacetadas acima delineadas. Caso uma candidatura n\u00e3o se enquadre em nenhum dos temas, a equipa de avalia\u00e7\u00e3o do Conselho estar\u00e1 aberta a propostas adicionais, desde que demonstrem a sua relev\u00e2ncia para o tema geral da 17.\u00aa AG.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Definir as transforma\u00e7\u00f5es globais.<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li>Compreender os contornos da r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o global.<\/li>\n<li>As humanidades e as ci\u00eancias sociais durante as r\u00e1pidas transforma\u00e7\u00f5es globais.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Para Al\u00e9m do Mundo Unipolar<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"3\">\n<li>Para al\u00e9m do mundo unipolar: os contornos da transi\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>O multilateralismo e o destino das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/li>\n<li>A arquitectura global de paz e seguran\u00e7a num mundo multipolar.<\/li>\n<li>Novos actores numa nova ordem mundial: o papel dos BRICS+<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma Quest\u00e3o de Voz: A Pol\u00edtica Externa de \u00c1frica<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"7\">\n<li>Uma quest\u00e3o de ag\u00eancia? \u00c1frica nas transi\u00e7\u00f5es e transforma\u00e7\u00f5es globais.<\/li>\n<li>Repensar a pol\u00edtica externa africana num contexto de ordem global em muta\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Um aprofundamento da multipolaridade? Implica\u00e7\u00f5es para \u00c1frica.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Educa\u00e7\u00e3o e o Papel do Conhecimento<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"10\">\n<li>O conhecimento e as formas de conhecer num mundo novo.<\/li>\n<li>O sector do ensino superior africano num mundo em transforma\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>A intelig\u00eancia artificial e as transforma\u00e7\u00f5es globais.<\/li>\n<li>Dilemas na aplica\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia artificial.<\/li>\n<li>Sistemas de Conhecimento Aut\u00f3ctone e Justi\u00e7a Epist\u00e9mica<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A Cidadania e a Quest\u00e3o Nacional<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"15\">\n<li>O Estado e a quest\u00e3o da cidadania<\/li>\n<li>O Estado africano e a nova ordem mundial emergente.<\/li>\n<li>Do nacional ao pan-africano: repensar a quest\u00e3o da cidadania<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Movimentos, Justi\u00e7a e Inclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"18\">\n<li>Dimens\u00f5es de g\u00e9nero de um sistema global em r\u00e1pida transforma\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Movimentos de mulheres na reestrutura\u00e7\u00e3o da ordem global<\/li>\n<li>Transforma\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s dos protestos<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Juventude, Lideran\u00e7a e Criativos<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"21\">\n<li>A quest\u00e3o da juventude num mundo em mudan\u00e7a<\/li>\n<li>Juventude, protestos e reconfigura\u00e7\u00e3o da governa\u00e7\u00e3o em \u00c1frica<\/li>\n<li>Reconfigurar as arquitecturas de governa\u00e7\u00e3o global.<\/li>\n<li>A juventude como lideran\u00e7a fora dos espa\u00e7os pol\u00edticos.<\/li>\n<li>O desporto, a m\u00fasica e as artes na reconfigura\u00e7\u00e3o das arquitecturas globais.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Pertencimento Longe de Casa<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"26\">\n<li>Perspectivas de uma \u00c1frica sem fronteiras numa nova ordem global.<\/li>\n<li>Migra\u00e7\u00e3o, mobilidade e desloca\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Cidadania, da xenofobia \u00e0 afrofobia.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Comunidades Regionais e Integra\u00e7\u00e3o Regional<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"29\">\n<li>A geopol\u00edtica e as din\u00e2micas de integra\u00e7\u00e3o regional de \u00c1frica.<\/li>\n<li>A integra\u00e7\u00e3o regional e a Zona de Com\u00e9rcio Livre Continental Africana<\/li>\n<li>\u00c1frica e as din\u00e2micas do com\u00e9rcio internacional.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Governar um continente desmembrado<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"32\">\n<li>O anti-imperialismo e a ascens\u00e3o de uma nova lideran\u00e7a pol\u00edtica africana<\/li>\n<li>Conflitos regionais, interven\u00e7\u00f5es externas e soberania africana.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vias Naveg\u00e1veis e os Mares Africanos<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"34\">\n<li>A geopol\u00edtica dos mares africanos<\/li>\n<li>O com\u00e9rcio mar\u00edtimo e as economias africanas<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ecologia e Sociedade<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"36\">\n<li>Redefinir o desafio das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/li>\n<li>As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e os imperativos do desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/li>\n<li>Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, agricultura e seguran\u00e7a alimentar<\/li>\n<li>Repensar os pactos mineiros de \u00c1frica<\/li>\n<li>Os recursos africanos e a rivalidade tecnol\u00f3gica EUA-China<\/li>\n<li>A pol\u00edtica de controlo dos minerais de terras raras.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O Destino da Agricultura e da Ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"42\">\n<li>Agricultura e seguran\u00e7a alimentar em \u00c1frica<\/li>\n<li>Manufactura\/industrializa\u00e7\u00e3o local em \u00c1frica<\/li>\n<li>Terra, trabalho e transforma\u00e7\u00f5es globais<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Os sistemas globais de justi\u00e7a e as suas implica\u00e7\u00f5es para \u00c1frica<\/strong><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"45\">\n<li>Direitos humanos, justi\u00e7a e responsabiliza\u00e7\u00e3o num mundo em mudan\u00e7a<\/li>\n<li>Desigualdades, pobreza e justi\u00e7a social<\/li>\n<li>Os m\u00e9dia, a democratiza\u00e7\u00e3o e a representa\u00e7\u00e3o social<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Submiss\u00e3o de Resumos e Propostas de Pain\u00e9is<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os acad\u00e9micos, pesquisadores e estudiosos que pretendam ser considerados para participar na 17.\u00aa AG como apresentadores de comunica\u00e7\u00f5es ou coordenadores de pain\u00e9is s\u00e3o convidados a submeter resumos de comunica\u00e7\u00f5es ou propostas de pain\u00e9is \u00e0 aprecia\u00e7\u00e3o do Comit\u00e9 Cient\u00edfico do CODESRIA at\u00e9\u00a0 <strong>6 de setembro de 2026 (prazo prorrogado).<\/strong> Os candidatos seleccionados ser\u00e3o notificados at\u00e9 30 de setembro de 2026 para submeterem as comunica\u00e7\u00f5es completas, as quais ser\u00e3o objeto de uma segunda ronda de avalia\u00e7\u00e3o. Os autores seleccionados ser\u00e3o informados a 30 <strong>\u00a0de outubro de 2026<\/strong>.<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Os resumos das comunica\u00e7\u00f5es <strong>n\u00e3o devem exceder 500 palavras<\/strong><\/li>\n<li>As propostas de pain\u00e9is <strong>n\u00e3o devem exceder 1.000 palavras<\/strong>.<\/li>\n<li>Cada submiss\u00e3o deve indicar claramente o subtema em que se insere.<\/li>\n<li>As submiss\u00f5es podem ser feitas em ingl\u00eas, franc\u00eas ou portugu\u00eas<\/li>\n<li>Todas as submiss\u00f5es devem ser feitas exclusivamente atrav\u00e9s do portal de submiss\u00e3o em: <a href=\"https:\/\/apply.codesria.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/apply.codesria.org\/<\/a>. N\u00e3o ser\u00e3o aceites submiss\u00f5es por correio electr\u00f3nico.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para quaisquer quest\u00f5es relacionadas com esta chamada, contacte <a href=\"mailto:general.assembly@codesria.org\">general.assembly@codesria.org<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Consultar a <a href=\"https:\/\/codesria.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/CODESRIA-CHARTER_June-2015.pdf\">Carta do CODESRIA<\/a>, artigo 17.\u00ba-A<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1frica em Tempos de R\u00e1pida Transforma\u00e7\u00e3o Global: Reivindicar a Ag\u00eancia, Repensar a Lideran\u00e7a, Promover a Justi\u00e7a. 6 de setembro de 2026 (prazo prorrogado) \u00a0Local: Dakar, Senegal Data: 7 a 11 de dezembro de 2026 O Conselho para o Desenvolvimento da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":26775,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"rs_blank_template":"","rs_page_bg_color":"","slide_template_v7":"","footnotes":""},"categories":[316,318],"tags":[],"class_list":["post-26640","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-appel-a-candidatures","category-assemblee-generale"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26640","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26640"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26640\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26775"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26640"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26640"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/codesria.org\/fr\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26640"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}